A equipa do Benfica iniciou há minutos a saída do Porto a caminho de Guimarães, onde defronta hoje o Vitória, e não foi uma viagem pacífica: o autocarro da comitiva encarnada foi atingido com pedras e um dos vidros do lado direito partido.
O autocarro estava ainda dentro da cidade quando foi atingido por uma chuva de pedras, com a polícia que acompanhava o autocarro a disparar balas de borracha em direcção a quem atirava as pedras.
(em actualização)
Fonte: A Bola
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Puxar pela quinta vitória
JESUS EM VANTAGEM NO MANO-A-MANO COM MACHADO
Jorge Jesus parte hoje em busca da 5.ª vitória no mano-a-mano com Manuel Machado, um companheiro de trabalho com quem não mantém qualquer relação de amizade. O embate agendado para a Cidade Berço tem esse aliciante, além de permitir aferir se a recuperação do Benfica, em termos de resultados na Liga, apresenta mesmo pernas para andar.
A experiência é um denominador comum a estes dois treinadores, que se digladiam hoje pela décima vez no que toca ao campeonato, saga essa que teve início em 2003/04, época em que o V. Guimarães de Jorge Jesus empatou (1-1) com o Moreirense de Manuel Machado. O fiel da balança pende claramente para o lado do atual treinador das águias, que regista 4 vitórias, 4 empates e apenas 1 desaire diante do técnico que dirige hoje em dia os minhotos.
A grande maioria dos encontros entre estes dois técnicos redunda em resultados equilibrados, ou seja, numa igualdade ou num triunfo pela margem mínima. Há somente duas exceções a esta regra: em 2005/06 a U. Leiria de Jorge Jesus goleou (4-1) o Nacional de Manuel Machado; e em 2009/10 o Benfica de JJ assinou um êxito bastante dilatado (6-1) sobre o Nacional de Manuel Machado. Este último é, refira-se, o encontro em que Jorge Jesus, de 56 anos, dirigiu um polémico gesto (levantou os quatro dedos da mão direita) a Manuel Machado, de 54 anos, por ocasião da obtenção do quarto golo das águias, apontado por Saviola. Este duplo desfecho contribui, e de que maneira!, para a elevada diferença de golos deste mano-a-mano: as equipas de Jorge Jesus (V. Guimarães, U. Leiria, Belenenses, Sp. Braga e Benfica) marcaram 17 golos e sofreram apenas 8 nos choques com as formações de Manuel Machado (Moreirense, Nacional, Académica e Sp. Braga).
Tropeção
A única derrota de Jorge Jesus frente a Manuel Machado tem lugar em 2006/07, época em que o primeiro orientava o Belenenses e o segundo dirigia a Académica. O jogo realizou-se no Restelo, a 19 de fevereiro de 2007, e não registou qualquer golo na primeira metade. Néstor Alvarez colocou a Briosa em vantagem, aos 70 minutos, mas Nivaldo restabeleceu a igualdade volvidos 2 minutos. O tento do triunfo do conjunto de Coimbra foi logrado por Lino, aos 86 minutos. Refira-se que na turma de Belém evoluía, então, um dos atuais centrais do FC Porto e da Seleção: Rolando.
O conjunto da Cruz de Cristo acabou, no entanto, por ser melhor sucedido que a turma conimbricense nesse campeonato. Jorge Jesus conduziu o Belenenses ao 5.º lugar na classificação final, enquanto a Académica se quedou pela 13.ª posição, que lhe permitiu, todavia, atingir os objetivos a que se havia proposto: a manutenção no escalão principal do futebol português.
Fonte: Record
Jorge Jesus parte hoje em busca da 5.ª vitória no mano-a-mano com Manuel Machado, um companheiro de trabalho com quem não mantém qualquer relação de amizade. O embate agendado para a Cidade Berço tem esse aliciante, além de permitir aferir se a recuperação do Benfica, em termos de resultados na Liga, apresenta mesmo pernas para andar.
A experiência é um denominador comum a estes dois treinadores, que se digladiam hoje pela décima vez no que toca ao campeonato, saga essa que teve início em 2003/04, época em que o V. Guimarães de Jorge Jesus empatou (1-1) com o Moreirense de Manuel Machado. O fiel da balança pende claramente para o lado do atual treinador das águias, que regista 4 vitórias, 4 empates e apenas 1 desaire diante do técnico que dirige hoje em dia os minhotos.
A grande maioria dos encontros entre estes dois técnicos redunda em resultados equilibrados, ou seja, numa igualdade ou num triunfo pela margem mínima. Há somente duas exceções a esta regra: em 2005/06 a U. Leiria de Jorge Jesus goleou (4-1) o Nacional de Manuel Machado; e em 2009/10 o Benfica de JJ assinou um êxito bastante dilatado (6-1) sobre o Nacional de Manuel Machado. Este último é, refira-se, o encontro em que Jorge Jesus, de 56 anos, dirigiu um polémico gesto (levantou os quatro dedos da mão direita) a Manuel Machado, de 54 anos, por ocasião da obtenção do quarto golo das águias, apontado por Saviola. Este duplo desfecho contribui, e de que maneira!, para a elevada diferença de golos deste mano-a-mano: as equipas de Jorge Jesus (V. Guimarães, U. Leiria, Belenenses, Sp. Braga e Benfica) marcaram 17 golos e sofreram apenas 8 nos choques com as formações de Manuel Machado (Moreirense, Nacional, Académica e Sp. Braga).
Tropeção
A única derrota de Jorge Jesus frente a Manuel Machado tem lugar em 2006/07, época em que o primeiro orientava o Belenenses e o segundo dirigia a Académica. O jogo realizou-se no Restelo, a 19 de fevereiro de 2007, e não registou qualquer golo na primeira metade. Néstor Alvarez colocou a Briosa em vantagem, aos 70 minutos, mas Nivaldo restabeleceu a igualdade volvidos 2 minutos. O tento do triunfo do conjunto de Coimbra foi logrado por Lino, aos 86 minutos. Refira-se que na turma de Belém evoluía, então, um dos atuais centrais do FC Porto e da Seleção: Rolando.
O conjunto da Cruz de Cristo acabou, no entanto, por ser melhor sucedido que a turma conimbricense nesse campeonato. Jorge Jesus conduziu o Belenenses ao 5.º lugar na classificação final, enquanto a Académica se quedou pela 13.ª posição, que lhe permitiu, todavia, atingir os objetivos a que se havia proposto: a manutenção no escalão principal do futebol português.
Fonte: Record
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Jesus: «Só pensamos no jogo de Guimarães»
LIGA DOS CAMPEÕES PODE ESPERAR
O Benfica vai ter, a seguir ao compromisso com o V. Guimarães, um importante compromisso para a Liga dos Campeões, frente ao Hapoel. Mas Jorge Jesus faz questão de separar as águas e sublinha que, para já, a concentração dos encarnados está exclusivamente virada para a partida desta sexta-feira.
"Cada competição tem a sua responsabilidade. E neste momento só estamos concentrados no jogo de Guimarães, até porque insere-se numa prova onde temos como objetivo conquistar o bicampeonato"m disse o treinador dos encarnados, esta quinta-feira, à Sport TV.
Da mesma forma, Jesus prefere não dar grande relevo ao ciclo que o Benfica tem pela frente, com jogos frente a V. Guimarães, Hapoel, Sporting, Marítimo e Sp. Braga. "O nome dos adversários não é importante e não é função disso que trabalhamos. O nosso objetivo é ganhar não só os jogos, mas também as provas que disputamos".
Limitações
Fábio Coentrão, Ruben Amorim e Kardec debatem-se com problemas físicos e Jesus reconhece o peso das suas ausência.
"São três jogadores importantes na equipa. Têm trabalhado com limitações e o Fábio é o qu se encontra em piores condições. Mas ainda temos um dia...", disse Jorge Jesus.
Fonte: Record
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Coentrão e Amorim condicionados
ÚLTIMO TREINO ANTES DO JOGO COM O V. GUIMARÃES
Fábio Coentrão e Ruben Amorim trabalharam de forma condicionada esta quinta-feira, no último treino antes do jogo de amanhã frente ao V. Guimarães.
O lateral-esquerdo recupera de uma mialgia na face posterior da coxa direita, enquanto o médio tem uma tendinite rotuliana no joelho esquerdo.
Alan Kardec fez uma integração progressiva em treino livre, devido a uma lesão tendinosa na face anterior da coxa esquerda e Balboa realizou tratamento e trabalho de ginásio, devido a lesão no menisco externo do joelho esquerdo.
Fonte: Record
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Luisão diz que quer ficar na história do Benfica e que o plantel está preparado para as exigências
Há 7 anos no Benfica, Luisão tenta contornar a questão sobre se planeia terminar a carreira no clube da águia. Não esconde, no entanto, que gostaria que o seu nome ficasse imortalizado na Luz.
"Sete anos é muito tempo, principalmente nos tempos atuais, em que o normal é permanecer pouco tempo na mesma equipa. Neste período, já vivi muitos momentos felizes, outros menos bons, e quero ficar na história do clube", disse à Benfica TV.
Luisão reconhece que o início de campeonato do Benfica não foi o melhor, mas garante que a equipa está motivada para retificar a situação e dar continuidade à vitória alcançada na jornada anterior frente ao V. Setúbal. E o próximo obstáculo chama-se V. Guimarães.
"Em três oportunidades, desperdiçámos duas. E esta paragem do campeonato foi importante para nos preparamos ainda mais para o próximo jogo correr bem. Tratra-se de um campo tradicionalmente difícil, alguns jogadores do adversário até já tantaram criar um clima de pressão através dos jornais, e sabemos que vai ser um jogo difícil, mas o triunfo com o V. Setúbal moralizou, até porque já fizemos uma exibição próxima do que podemos fazer", disse o capitão das águias à BenficaTV.
Luisão garante que "o plantel está preparado para as exigências" e dirige todos os esforços para a Liga portuguesa. "Não podemos dar-nos ao luxo de pensar na Champions. Pelos pontos que temos, é preciso colocar toda a concentração no campeonato".
Fonte: Record
"Sete anos é muito tempo, principalmente nos tempos atuais, em que o normal é permanecer pouco tempo na mesma equipa. Neste período, já vivi muitos momentos felizes, outros menos bons, e quero ficar na história do clube", disse à Benfica TV.
Luisão reconhece que o início de campeonato do Benfica não foi o melhor, mas garante que a equipa está motivada para retificar a situação e dar continuidade à vitória alcançada na jornada anterior frente ao V. Setúbal. E o próximo obstáculo chama-se V. Guimarães.
"Em três oportunidades, desperdiçámos duas. E esta paragem do campeonato foi importante para nos preparamos ainda mais para o próximo jogo correr bem. Tratra-se de um campo tradicionalmente difícil, alguns jogadores do adversário até já tantaram criar um clima de pressão através dos jornais, e sabemos que vai ser um jogo difícil, mas o triunfo com o V. Setúbal moralizou, até porque já fizemos uma exibição próxima do que podemos fazer", disse o capitão das águias à BenficaTV.
Luisão garante que "o plantel está preparado para as exigências" e dirige todos os esforços para a Liga portuguesa. "Não podemos dar-nos ao luxo de pensar na Champions. Pelos pontos que temos, é preciso colocar toda a concentração no campeonato".
Fonte: Record
Lateral resguardada
COM PEIXOTO A EQUIPA GANHA EM EXPERIÊNCIA
Fábio Coentrão e Maxi Pereira são “dois jogadores à Benfica”, advoga Dimas Teixeira, antigo lateral-esquerdo do Benfica e da Seleção, chamando a atenção para o cariz ofensivo dos internacionais português e uruguaio. “Estão sempre em alta rotação”, faz notar.
Ora, com Fábio Coentrão lesionado, César Peixoto é o principal candidato a entrar no onze encarnado frente ao V. Guimarães. Sendo, também ele, um extremo de origem que foi adaptado ao lugar de lateral, a águia fará uma operação de cosmética, apresentando uma face diferente: o atrevimento ofensivo de Coentrão dará lugar à experiência do companheiro.
“O César Peixoto é um elemento menos explosivo e que pensa mais o jogo”, salienta Pedro Henriques, admitindo que para um jogo fora de casa esta pode ser uma solução a ter em conta. “Os dois têm qualidade técnica”, acrescenta.
O comentador é secundado por Álvaro Magalhães. Mesmo à distância, o treinador do Inter, de Luanda, observa: “O Fábio é um jogador mais rápido do que o César.” Confirmando-se esta alteração, acrescenta o antigo adjunto de Giovanni Trapattoni, o Benfica terá “em Guimarães um lateral menos veloz e mais experiente e que tem um bom pé esquerdo”. Aliás, lembra que pode desequilibrar nas bolas paradas.
Dando mérito ao camisola 18 pelo momento que atravessa, como defesa, refere a boa adaptação ao lugar. “Assimilou bem o movimento defensivo. Inclusive, a posição do corpo do lateral é diferente da do médio”, chama atenção, acreditando que a dinâmica do flanco esquerdo deve-se sobretudo a Coentrão: “É um jogador rápido e que dribla bem.”
Fonte:Record
Fábio Coentrão e Maxi Pereira são “dois jogadores à Benfica”, advoga Dimas Teixeira, antigo lateral-esquerdo do Benfica e da Seleção, chamando a atenção para o cariz ofensivo dos internacionais português e uruguaio. “Estão sempre em alta rotação”, faz notar.
Ora, com Fábio Coentrão lesionado, César Peixoto é o principal candidato a entrar no onze encarnado frente ao V. Guimarães. Sendo, também ele, um extremo de origem que foi adaptado ao lugar de lateral, a águia fará uma operação de cosmética, apresentando uma face diferente: o atrevimento ofensivo de Coentrão dará lugar à experiência do companheiro.
“O César Peixoto é um elemento menos explosivo e que pensa mais o jogo”, salienta Pedro Henriques, admitindo que para um jogo fora de casa esta pode ser uma solução a ter em conta. “Os dois têm qualidade técnica”, acrescenta.
O comentador é secundado por Álvaro Magalhães. Mesmo à distância, o treinador do Inter, de Luanda, observa: “O Fábio é um jogador mais rápido do que o César.” Confirmando-se esta alteração, acrescenta o antigo adjunto de Giovanni Trapattoni, o Benfica terá “em Guimarães um lateral menos veloz e mais experiente e que tem um bom pé esquerdo”. Aliás, lembra que pode desequilibrar nas bolas paradas.
Dando mérito ao camisola 18 pelo momento que atravessa, como defesa, refere a boa adaptação ao lugar. “Assimilou bem o movimento defensivo. Inclusive, a posição do corpo do lateral é diferente da do médio”, chama atenção, acreditando que a dinâmica do flanco esquerdo deve-se sobretudo a Coentrão: “É um jogador rápido e que dribla bem.”
Fonte:Record
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
Peixoto volta a casa
FEZ A FORMAÇÃO EM GUIMARÃES
A lesão de Fábio Coentrão abre as portas do onze a César Peixoto, num palco e numa cidade que o camisola 25 bem conhece. O esquerdino nasceu em Guimarães há 30 anos e fez a formação no próximo adversário das águias. O regresso do esquerdino a casa está, pois, em perspetiva. Por outro lado, reencontrará um dos homens que esteve ligado ao seu trajeto nos escalões jovens: Manuel Machado.
O Belenenses foi, em 2001, o ponto de partida de uma carreira que teve como pontos altos o FC Porto, de José Mourinho, e o Benfica, onde conquistou os principais títulos da carreira. Para trás, Peixoto deixou um percurso feito na zona de Guimarães.
Nascido na Cidade Berço, a 12 de maio de 1980, o canhoto deu os primeiros pontapés na bola no Vitória local. Quando chegou aos juvenis, foi cedido ao Brito, clube com o qual os conquistadores tinham acordo. Para aquela coletividade eram cedidos os jogadores que apresentavam atraso na formação. Moreno, defesa que agora representa o Leicester, de Inglaterra, também jogou no Brito.
Machado treinador
Peixoto regressou a Guimarães como júnior, tendo como treinador Manuel Machado. Na altura, era um extremo promissor. canhoto, jogava sobre a esquerda. Mas, conta quem com ele trabalhou, a facilidade em jogar com o pé direito permitia-lhe procurar zonas interiores para desequilibrar.
O remate e a marcação de livres foram argumentos que convenceram, por exemplo, Marinho Peres, que o lançaria na Liga, a 23 de setembro de 2001. Jogou 16 minutos e o adversário foi... o Benfica, desafio que terminou com igualdade a uma bola.
Voltando atrás, a permanência em Guimarães não durou muito tempo. Quando subiu a sénior, foi cedido ao Caçadores Taipas, da 2.ª Divisão B. Aí permaneceu duas temporadas, antes de assinar pelo Belenenses, clube que representou durante uma época.
O resto da história foi de sucesso. No FC Porto, ganhou, entre outros troféus, a Liga dos Campeões, a Taça UEFA e o campeonato. Há um ano, acompanhou Jesus na mudança de Braga para Lisboa. E voltaria a sorrir com a conquista do título e da Taça da Liga.
Fonte: Record
A lesão de Fábio Coentrão abre as portas do onze a César Peixoto, num palco e numa cidade que o camisola 25 bem conhece. O esquerdino nasceu em Guimarães há 30 anos e fez a formação no próximo adversário das águias. O regresso do esquerdino a casa está, pois, em perspetiva. Por outro lado, reencontrará um dos homens que esteve ligado ao seu trajeto nos escalões jovens: Manuel Machado.
O Belenenses foi, em 2001, o ponto de partida de uma carreira que teve como pontos altos o FC Porto, de José Mourinho, e o Benfica, onde conquistou os principais títulos da carreira. Para trás, Peixoto deixou um percurso feito na zona de Guimarães.
Nascido na Cidade Berço, a 12 de maio de 1980, o canhoto deu os primeiros pontapés na bola no Vitória local. Quando chegou aos juvenis, foi cedido ao Brito, clube com o qual os conquistadores tinham acordo. Para aquela coletividade eram cedidos os jogadores que apresentavam atraso na formação. Moreno, defesa que agora representa o Leicester, de Inglaterra, também jogou no Brito.
Machado treinador
Peixoto regressou a Guimarães como júnior, tendo como treinador Manuel Machado. Na altura, era um extremo promissor. canhoto, jogava sobre a esquerda. Mas, conta quem com ele trabalhou, a facilidade em jogar com o pé direito permitia-lhe procurar zonas interiores para desequilibrar.
O remate e a marcação de livres foram argumentos que convenceram, por exemplo, Marinho Peres, que o lançaria na Liga, a 23 de setembro de 2001. Jogou 16 minutos e o adversário foi... o Benfica, desafio que terminou com igualdade a uma bola.
Voltando atrás, a permanência em Guimarães não durou muito tempo. Quando subiu a sénior, foi cedido ao Caçadores Taipas, da 2.ª Divisão B. Aí permaneceu duas temporadas, antes de assinar pelo Belenenses, clube que representou durante uma época.
O resto da história foi de sucesso. No FC Porto, ganhou, entre outros troféus, a Liga dos Campeões, a Taça UEFA e o campeonato. Há um ano, acompanhou Jesus na mudança de Braga para Lisboa. E voltaria a sorrir com a conquista do título e da Taça da Liga.
Fonte: Record
domingo, 5 de setembro de 2010
A base está encontrada
JORGE JESUS JÁ DEFINIU ONZE-TIPO
Os Intocáveis. É o título de um conhecido filme norte-americano mas que também pode servir para definir os 11 homens da confiança de Jorge Jesus, que vão formar a equipa tipo dos encarnados esta temporada. O técnico dos campeões nacionais é conhecido por gostar de ter um plantel onde abundem soluções, mas mantém, durante a temporada, uma equipa-base, que só muda quando existe alguma lesão ou dependendo das circunstancias dos encontros.
No ano passado, o onze tipo esteve definido quase desde o início, excetuando o lugar de defesa-esquerdo, que só foi ocupado definitivamente por Coentrão, a meio da temporada. Esta época as coisas não ficaram definidas logo na madrugada da preparação e, nos quatro jogos oficias já disputados, o técnico nunca repetiu um onze, existindo várias explicações para este fenómeno.
Desde logo, a realização do Mundial, que motivou que vários jogadores só apanhassem o comboio da preparação a meio. Depois é ainda importante salientar que saíram dois jogadores de inegável qualidade (Di María e Ramires) e indiscutíveis. Jesus demorou a encontrar os substitutos ideais. Por último as muitas lesões que afetaram a equipa limitaram as escolhas do técnico e obrigaram a algumas improvisações.
Definição
Agora tudo parece estar mais claro e o técnico definiu um onze base para atacar as várias competições, até porque já tem Salvio para a direita. Depois dos problemas, Roberto assume-se como o dono da baliza enquanto o quarteto defensivo é o mesmo que terminou a época passada: Maxi, Luisão, David Luiz e Coentrão.
No miolo, Javi e Aimar têm dois novos companheiros nas alas: Salvio e Gaitán assumem-se como as soluções mais óbvias para tentar municiar a dupla goleadora composta por Cardozo e Saviola. O encontro com o V. Guimarães marcará, por isso, o início da era dos novos intocáveis.
Fonte: Record
Os Intocáveis. É o título de um conhecido filme norte-americano mas que também pode servir para definir os 11 homens da confiança de Jorge Jesus, que vão formar a equipa tipo dos encarnados esta temporada. O técnico dos campeões nacionais é conhecido por gostar de ter um plantel onde abundem soluções, mas mantém, durante a temporada, uma equipa-base, que só muda quando existe alguma lesão ou dependendo das circunstancias dos encontros.
No ano passado, o onze tipo esteve definido quase desde o início, excetuando o lugar de defesa-esquerdo, que só foi ocupado definitivamente por Coentrão, a meio da temporada. Esta época as coisas não ficaram definidas logo na madrugada da preparação e, nos quatro jogos oficias já disputados, o técnico nunca repetiu um onze, existindo várias explicações para este fenómeno.
Desde logo, a realização do Mundial, que motivou que vários jogadores só apanhassem o comboio da preparação a meio. Depois é ainda importante salientar que saíram dois jogadores de inegável qualidade (Di María e Ramires) e indiscutíveis. Jesus demorou a encontrar os substitutos ideais. Por último as muitas lesões que afetaram a equipa limitaram as escolhas do técnico e obrigaram a algumas improvisações.
Definição
Agora tudo parece estar mais claro e o técnico definiu um onze base para atacar as várias competições, até porque já tem Salvio para a direita. Depois dos problemas, Roberto assume-se como o dono da baliza enquanto o quarteto defensivo é o mesmo que terminou a época passada: Maxi, Luisão, David Luiz e Coentrão.
No miolo, Javi e Aimar têm dois novos companheiros nas alas: Salvio e Gaitán assumem-se como as soluções mais óbvias para tentar municiar a dupla goleadora composta por Cardozo e Saviola. O encontro com o V. Guimarães marcará, por isso, o início da era dos novos intocáveis.
Fonte: Record
Amorim deve falhar deslocação ao Minho
DEVIDO A LESÃO
A escolha de Salvio para o lado direito do meio-campo no encontro com o V. Guimarães ganha ainda mais força devido à lesão de Ruben Amorim. O internacional português, de 25 anos, está a contas com uma tendinite rotuliana no joelho esquerdo e deve falhar a deslocação ao Minho, até porque continua a fazer apenas tratamento e trabalho de ginásio.
Nos jogos fora de casa, Jesus costuma ser um pouco mais cauteloso e lança Amorim na zona média, já que o português tem mais rotinas defensivas e é um jogador muito evoluído taticamente. Agora, sem o ex-Belenenses e com Salvio a querer mostrar serviço, a escolha deverá recair, naturalmente, sobre o internacional argentino.
Fonte: Record
A escolha de Salvio para o lado direito do meio-campo no encontro com o V. Guimarães ganha ainda mais força devido à lesão de Ruben Amorim. O internacional português, de 25 anos, está a contas com uma tendinite rotuliana no joelho esquerdo e deve falhar a deslocação ao Minho, até porque continua a fazer apenas tratamento e trabalho de ginásio.
Nos jogos fora de casa, Jesus costuma ser um pouco mais cauteloso e lança Amorim na zona média, já que o português tem mais rotinas defensivas e é um jogador muito evoluído taticamente. Agora, sem o ex-Belenenses e com Salvio a querer mostrar serviço, a escolha deverá recair, naturalmente, sobre o internacional argentino.
Fonte: Record
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