segunda-feira, 11 de abril de 2011

Maxi Pereira: «Na próxima época desforramo-nos do FC Porto»

Em vésperas de rumar à Holanda, onde irá defrontar o PSV na 2.ª mão dos quartos-de-final da Liga Europa, Maxi Pereira está confiante num bom resultado e acredita que é possível chegar à final de Dublin.


"Claro que sentimos que podemos conquistar esta competição", referiu o internacional do Uruguai ao site da UEFA. "Sabemos que temos uma excelente equipa e um conjunto de jogadores de enorme qualidade; confiamos que podemos chegar à final e erguer o troféu. Teremos de ir passo a passo e, apesar de termos conseguido uma boa vantagem nesta eliminatória no jogo da primeira mão, ainda faltam jogar 90 minutos. Mas, claro, estamos confiantes."


O lateral-direito dos encarnados revelou ainda que a equipa já recuperou da desilusão de ter perdido o título de campeão nacional para o FC Porto e garante que os encarnados não pensam na possibilidade de uma final 100 por cento portuguesa frente aos dragões.


"Claro que não foi agradável perder o título, mas já levantámos a cabeça e o objetivo passa agora por conquistar esta Liga Europa. Na próxima temporada desforramo-nos do FC Porto."


Record

Adquira já o seu ingresso para os próximos três jogos

Os bilhetes para os encontros com o Beira-Mar (dia 17 de Abril), o FC Porto (dia 20) e o Paços de Ferreira (23 de Abril) estão à venda nos locais habituais. Compre já o seu ingresso e venha apoiar a equipa de Jorge Jesus nestes próximos três desafios.

A partida com o Beira-Mar é para a 27.ª jornada da Liga, enquanto a recepção ao FC Porto é referente à 2.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal. A final da Taça da Liga com o Paços de Ferreira vai ter lugar no Estádio da Cidade de Coimbra.

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Titulares fazem recuperação

O Sport Lisboa e Benfica regressou aos trabalhos no Caixa Futebol Campus, de forma a preparar a visita ao estádio do PSV Eindhoven, para os quartos-de-final da Liga Europa.


Os titulares do último jogo frente à Naval 1.º de Maio efectuaram treino de recuperação, enquanto Ruben Amorim e Nuno Gomes continuam a recuperar de uma tendinose rotuliana bilateral e de uma lesão meniscal interna do joelho esquerdo, respectivamente. O médio fez corrida, tratamento e trabalho de ginásio e o avançado realizou tratamento.


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Luís Filipe Vieira sobre a 6ª Corrida Benfica: «Foi um grande sucesso»

O presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, voltou a marcar presença na Corrida Benfica. O líder benfiquista explicou à Benfica TV, que a prova está a crescer a olhos vistos e até revelou a possibilidade de inovar a próxima edição.


“É uma Corrida dos benfiquistas, foi a 6.ª edição, que teve cerca de dez mil participantes, a adesão tem aumentado todos os anos e penso que para o próximo ano vamos ter muito mais pessoas”, afirmou o presidente dos “encarnados”.


A prova tem vindo a evoluir bastante de ano para ano e as inovações podem continuar a surgir: “Da forma como está a crescer será fácil chegar aos vinte mil participantes. Temos de introduzir uma inovação, talvez uma meia maratona e depois outras provas, como os dez mil e os cinco mil metros. Foi um grande sucesso e para o ano vamos estar cá outra vez para mais um dia muito agradável.”


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Luís Filipe Vieira ausente

Luís Filipe Vieira não acompanhou a partida na Figueira da Foz. O líder das águias, que marcou presença na corrida do Benfica poucas horas depois de ter regressado dos Açores, está a preparar uma viagem à América do Sul e, por esse motivo, optou por não presenciar ao vivo a partida frente à Naval.


Recorde-se que o dirigente máximo das águias, de 61 anos, vai ser alvo de homenagem no Vasco da Gama, no Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira. A deslocação também pode servir para garantir a contratação de alguns jogadores. Conforme Record noticiou, o jovem avançado do Nacional Montevideo, Santiago Garcia, é um futebolista que está na mira dos encarnados. Ontem, o atacante voltou a marcar mais um golo no campeonato uruguaio.


Record

Pior Benfica na última década

O desaire de ontem na Figueira da Foz coloca o Benfica ao nível do pior que o clube conseguiu fazer na Liga na última década. Não em termos de classificação geral, onde já garantiu o 2.º lugar, mas em número de derrotas averbadas.


Desde a temporada 2001/2002, só por três vezes os encarnados chegaram ao final do campeonato com 7 derrotas. Curiosamente, numa dessas situações, em 2004/2005, esses 7 desaires não impediram que o Benfica conseguisse o título. Na outra, logo na época seguinte, os encarnados terminariam no 3.º posto.


Convém no entanto sublinhar um facto – e que acaba por penalizar ainda mais esta caminhada do Benfica: nas duas épocas em que registou as tais 7 derrotas, o campeonato tinha 18 equipas. Agora tem 16. E ainda faltam 4 jornadas para o final...


Record

Raul José: «A Naval acabou por ser feliz»

O treinador adjunto do Sport Lisboa e Benfica, Raul José, fez uma análise ao jogo da Figueira da Foz, onde afirmou que a sua equipa foi superior.


“Não esperava perder na Figueira e acho que o Benfica teve oportunidades para vencer, só que a Naval acabou por ser feliz no final do jogo”, afirmou Raul José na conferência de imprensa.


Em relação à utilização de jogadores com menos minutos de competição, Raul José explicou que a derrota não foi influenciada por isso: “Alguns destes jogadores não têm minutos suficientes para estarem o jogo todo a um nível alto, mas fizeram o suficiente para sairmos daqui com uma vitória.”


Embora a segunda posição já esteja definida, a motivação está sempre presente: “A posição está definida, mas vamos motivar sempre a equipa para ganhar todos os jogos, porque numa equipa como o Benfica os jogos são todos para ganhar.”


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Kardec: «Há três frentes para vencer»

No final do encontro da Figueira da Foz, Alan Kardec, explicou que há sempre motivação para jogar com a camisola do Benfica e que vêm aí jogos muito importantes.


“Tive a oportunidade de marcar um golo para ajudar a equipa, todos os jogadores correram e batalharam e como jogamos num dos melhores Clubes do Mundo há sempre motivação. Entramos em todas as partidas para vencer e hoje infelizmente não conseguimos. Temos de manter a cabeça erguida, porque temos jogos importantes pela frente”, afirmou Alan Kardec, autor do golo “encarnado”.


Em relação a ter sido titular, o avançado brasileiro disse que trabalha para aproveitar as oportunidades: “Todos trabalhamos diariamente para aproveitar as oportunidades e elas aparecem, como foi hoje o caso. Temos de manter a seriedade, porque ainda há três frentes para vencer e para atingirmos os nossos objectivos.”


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Infelicidade na Figueira

O Sport Lisboa e Benfica perdeu este domingo na Figueira da Foz, por 2-1, num jogo que ficou marcado por vários lances menos felizes do Clube da Luz no capítulo da finalização, sem esquecer vários foras-de-jogo que foram claramente mal assinalados pelo trio de arbitragem.

O Benfica entrou no Estádio Municipal José Bento Pessoa com alguns jogadores menos utilizados e encontrou uma Naval 1.º de Maio a necessitar urgentemente de pontos, para sobreviver no Campeonato Nacional.

A formação de Carlos Mozer apostou claramente numa defesa em linha, na tentativa de colocar o sector ofensivo dos benfiquistas em fora-de-jogo e aos três minutos apanhou um susto, com Franco Jara a isolar-se a passe de Carlos 
Martins, mas depois a demorar algum tempo na finalização, com João Real a cortar o remate do argentino.

Os primeiros minutos de jogo foram muito disputados a meio-campo e, um pouco contra a maré, os jogadores da Figueira da Foz adiantaram-se no marcador (21’), através de Bruno Moraes, que se elevou mais alto que os seus marcadores directos e inaugurou o marcador, na sequência de um livre lateral da direita.

Os “encarnados” reagiram e só não empataram a partida aos 33 minutos, porque Carlos Martins cabeceou ao poste, depois de um bom centro de Luís Filipe no flanco direito. A pressão acentuava-se e, volvidos dois minutos, o árbitro Bruno Paixão tirou um fora-de-jogo muito duvidoso a César Peixoto, que ficava isolado frente a Salin.

No entanto, o golo do Benfica acabaria por surgir aos 36 minutos. Carlos Martins bateu um pontapé de 
canto no lado esquerdo, com Kardec a aparecer no centro da pequena área a finalizar de cabeça com muita categoria. As equipas regressaram às cabines empatadas a uma bola.

A equipa que foi orientada por Raul José entrou com uma boa atitude na etapa complementar e teve a primeira grande ocasião de golo aos 53 minutos, com César Peixoto a centrar na esquerda para Kardec, que cabeceou ligeiramente por cima da barra da baliza da Naval 1.º de Maio. Passados dez minutos, Alan Kardec podia ter voltado a marcar, graças a uma grande abertura de Felipe Menezes, mas o árbitro auxiliar de Bruno Paixão voltou a ver uma posição irregular que não existiu.

O recém-entrado Weldon teve uma excelente iniciativa dentro da área, com um remate à meia-volta, que obrigou Salin a defesa para canto por instinto e, logo de seguida, mais uma vez contra a corrente de jogo, os visitados chegaram ao segundo golo. Marinho aproveitou um ressalto e na recarga colocou a sua equipa na frente do marcador. O resultado era injusto e na resposta Sidnei atirou ao poste, depois de um canto na direita. Já nos descontos, Franco Jara descobriu Luís Filipe na ala direita, que só não bateu Salin, porque atirou à figura do guarda-redes.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Júlio César, Luís Filipe, Sidnei, Roderick, Carole, Airton, César Peixoto (Weldon 66’), Carlos Martins (Salvio 66’), Felipe Menezes (Aimar 77’), Jara e Kardec.

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domingo, 10 de abril de 2011

Coentrão associado ao Tottenham

Segundo a edição deste domingo do jornal inglês Sunday Mirror, Fábio Coentrão é uma das prioridades de Harry Redknapp para reforçar a defesa do Tottenham já na próxima época.

Aos 23 anos, o lateral-esquerdo do Benfica e da Selecção Nacional tem sido associado a vários clubes europeus, surgindo agora o alegado interesse do Tottenham e de Redknapp, confesso admirador do português.

Segundo a imprensa inglesa, o treinador do Tottenham já observou ao vivo as actuações de Coentrão, tanto no Benfica como na Selecção Nacional.

ABola

O clone de Jesus

Na ausência de Jorge Jesus, que não pode dirigir a equipa por força do castigo de 11 dias imposto pela Liga, será um dos homens de confiança e braço direito na equipa técnica a orientar desde o banco de suplentes a equipa, esta noite contra a Naval.


Raul José, de 47 anos, deverá trocar o habitual fato de treino, com que costuma sentar-se ao lado dos suplentes, pelo fato e gravata pela primeira vez na sua carreira, dando a cara pelas opções técnicas adoptadas numa visita nada fácil para as águias e onde se anunciam, desde já, muitas alterações na equipa.


Raul José deu os primeiros passos como treinador nos juniores do Alverca, deixando para trás uma carreira modesta enquanto profissional de futebol: jogou Atlético, Estrela da Amadora e Alverca. Pendurou as chuteiras relativamente cedo, quando tinha apenas 33 anos. No Alverca esteve, então, durante duas épocas orientando a equipa de juniores, transitando depois para a equipa técnica do futebol sénior como adjunto de dois históricos treinadores: Mário Wilson e José Romão. Afastou-se, depois, do futebol durante sensivelmente quatro anos até que Jorge Jesus o transformou no seu principal braço direito, situação que se manteve até aos dias de hoje.


ABola

Argel: «Fiquei de cabelos em pé com Bruno César»

O último treinador a defrontar Bruno César é «um benfiquista». Compara-o «ao Zahovic do tempo do FC Porto» e diz que se trata dum «canhoto fantástico». Hoje no Botafogo de Ribeirão Preto (estado de São Paulo), o português Argel tem a certeza de que, «dentro de três ou quatro anos», estará a treinar em Portugal.


Bruno César é um dos reforços garantidos pelo Benfica na próxima temporada. É uma boa contratação?
- Não é boa, é uma grande contratação. Como benfiquista, fiquei muito contente. É um médio-ofensivo de grande qualidade, muito rápido, agressivo, joga atrás dos avançados, vai encaixar-se muito bem. Guardadas as devidas proporções, ele é um Aimar. Mas é ainda jovem, muito jovem. No entanto, é um gajo já com experiência.


- Só que é canhoto.
- Sim, pois é, faz-me lembrar também um dos melhores jogadores que eu vi jogar, o Zahovic. Mas faz-me lembrar o Zahovic do FC Porto, que era fantástico. E o Bruno é fantástico também. Para mim, o Benfica contratou o melhor esquerdino do futebol brasileiro actual, melhor do que o Roger ou do que o Diego Souza.


- No Botafogo de Ribeirão Preto-Corinthians da última jornada ainda deu trabalho...
- Quando ele entrou fiquei com os cabelos em pé. Porque ele define jogos.


- Falou com ele no final?
- Sim, ele veio abraçar-me no final do desafio e eu disse-lhe: «Olha, você vai para um dos melhores clubes do futebol europeu, hein!».


- E ele?
- Ele sorriu.


- E o Argel, como está? Tem contrato no Botafogo de Ribeirão Preto até quando?
- Até ao fim do Paulista.


- Gostava de trabalhar em Portugal?
- Com certeza, até porque tenho passaporte português. Já trabalhámos [aponta para o adjunto Claudiomiro, ex-jogador de Santos e Grémio que esteve com um pé no Benfica em 2002] aqui em oito clubes, sempre com sucesso e, por isso, desejo trabalhar em Portugal.


ABola

Nacional quer 5 milhões por Santiago Garcia

O Nacional Montevideo está disposto a negociar o passe de Santiago Garcia por 5 milhões de euros no final da temporada. A garantia é dada pelo diretor-desportivo do clube uruguaio, Alexandre Raul, que assume ter já recebido diversas sondagens visando a transferência do jovem que é pretendido pelo Benfica.


Consciente que será impossível manter o jogador de 20 anos por muito mais tempo, dado o seu desempenho na Libertadores, o dirigente sul-americano recusa revelar quais os interessados.


Record

Reunião com Varzim dia 15

O Benfica tem uma reunião com o Varzim marcada para a próxima sexta-feira, durante a qual os presidentes dos dois clubes vão falar do protocolo assinado no final do ano passado. Na altura, recorde-se, o clube nortenho deu direito de preferência às águias sobre os jogadores do plantel durante duas temporadas, mediante o pagamento de uma verba que permitiu ao emblema da Póvoa pagar os ordenados que tinha em atraso.


O defesa-central Neto, de 22 anos, é um dos alvos dos encarnados, mas não é o único. Rafael Lopes, de 19 anos, e também o médio polivalente Tiago Terroso, de 23 anos – também já jogou na defesa – pode interessar ao clube da Luz, mas esta é uma questão a ser tratada nos próximos dias e que, segundo Lopes de Castro, presidente do Varzim não conheceu desenvolvimentos nos últimos tempos.


Record

sábado, 9 de abril de 2011

Gaspar Ramos: «Pinto da Costa fez muito pior que o apagão»

Gaspar Ramos, antigo dirigente do Benfica confessa que ficou desagradado com o clube encarnado na sequência do apagão verificado na Luz, aquando do título do FC Porto, mas apontou o dedo às críticas de Pinto da Costa, frisando que o presidente portista "já fez muito pior".


"Desde agressões a dirigentes até ao episódio mais conhecido, do cheiro a bagaço no balneário, que nos obrigou a equipar no corredor. Portanto, coisas de uma baixeza indescritível. Pinto da Costa não tem moral para falar", contou Ramos, em entrevista ao "Correio da Manhã", acrescentando que, no seu tempo, o líder dos dragões "tinha o controlo de todas as instâncias do futebol, desde a justiça à arbitragem."


O antigo responsável pelo futebol das águias é da opinião que um entendimento entre os dois clubes é impossível: "acho apenas que há possibilidades de o Benfica assumir atitudes dignas. Enquanto Pinto da Costa for presidente do FC Porto, as suas atitudes vão ser iguais."


No relvado


Gaspar Ramos considerou o conjunto orientada por Villas-Boas "um justo campeão", embora lembre que o Benfica tem razões de queixa da arbitragem: "Têm alguma razão, pois o Benfica foi claramente prejudicado nos primeiros jogos. O FC Porto teve alguma ajuda na fase menos boa, mas tenho as minhas dúvidas de que tenha sido premeditado."


Sobre a campanha europeia dos encarnados, Ramos sublinhou que, depois da goleada (4-1) ao PSV, ainda tem "mais motivos para acreditar que o Benfica pode ganhar" a Liga Europa.


Record

Muito Obrigado!

Hoje atingi, as 100 visitas diárias, um recorde de visitas diárias, que eu não estava à espera, por isso o meu sincero MUITO OBRIGADO!
Espero que continue assim e que, com isso, continuem a visitar.
Mais uma vez, OBRIGADO!


Benficaas

Jorge Jesus convoca 19 futebolistas

Os médios Airton e Carlos Martins fazem parte da convocatória do treinador do Benfica, Jorge Jesus, para a deslocação deste domingo ao recinto da Naval 1.º Maio.

Depois de terem trabalhado de forma condicionada nos últimos dias, os dois atletas constituem, assim, opção para o jogo da 26.ª jornada da Liga portuguesa.

Em relação ao encontro com o PSV Eindhoven, Moreira, Carole, José Luis Fernández e Weldon são as restantes novidades da convocatória do treinador "encarnado".

Entretanto, no treino deste sábado, Ruben Amorim voltou a efectuar corrida, tratamento e trabalho de ginásio, permanecendo assim fora das cogitações do técnico benfiquista. Recorde-se que o médio recupera de uma tendinose rotuliana bilateral.

O avançado Nuno Gomes continuou, por seu turno, a fazer tratamento, depois de ter sido operado a uma lesão meniscal interna do joelho esquerdo.

O encontro entre a Naval e o Benfica tem início marcado para as 20h15 deste domingo, dia 10 de Abril, no Estádio Municipal José Bento Pessoa.

Lista de convocados
Guarda-redes: Moreira e Júlio César;
Defesas: Carole, Sidnei, Roderick Miranda, Luís Filipe e César Peixoto;
Médios: Javi García, Felipe Menezes, Airton, Carlos Martins, Salvio, Aimar, Gaitán e José Luis Fernández;
Avançados: Kardec, Weldon, Saviola e Jara.



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Luís Filipe Vieira: “A marca Benfica passou a valer acima dos 250 M€”

O presidente do Sport Lisboa e Benfica esteve este sábado na Conferência Internacional de Empreendedorismo, onde recordou a recuperação que foi feita em termos financeiros desde que chegou ao Clube. Leia a intervenção de Luís Filipe Vieira no Centro Cultural de Angra do Heroísmo.


“Desafiaram-me para falar da recuperação do Sport Lisboa e Benfica desde que cheguei ao Clube até aos dias de hoje. Um desafio enorme que, confesso, nunca tinha feito até hoje.


Aceitei o desafio, porque de vez em quando convém olhar para trás e ver o percurso que fizemos. Vale a pena ter memória e perceber qual foi o ponto de partida e o lugar em que hoje estamos.


É do conhecimento público que, quando cheguei ao Benfica, o Clube estava totalmente hipotecado, sem dinheiro para pagar as suas contas, sem credibilidade sequer para se empenhar e, pior, sem forma de honrar os compromissos que os seus responsáveis à época tinham assumido.


É conhecida a história “negra” dos anos que precederam a vitória do meu amigo e Presidente Manuel Vilarinho e a minha chegada ao Benfica.


Havia uma erosão significativa, um passivo de mais de 100 milhões de euros e um activo que estava ou hipotecado ou degradado.


O Clube tinha perdido credibilidade, não cumpria com os compromissos assumidos, tinha acumulado dívidas de muitos milhões. Não tinha acesso a nenhum tipo de crédito, havia ordenados em atraso e modalidades em risco de desaparecer. E pior que tudo: Havia, um divórcio cada vez maior com os sócios e adeptos.


Apenas para que tenham uma pequena ideia do cenário que fomos encontrar e daquilo que fizemos em pouco mais de uma década, e além do passivo já referido, tivemos de assumir quase 14 milhões de euros em impostos, perto de 9 milhões de euros em acordos judiciais, mais de 9 milhões que tivemos de liquidar a fornecedores e credores e quase 9 milhões de euros que tivemos de assumir de empréstimos bancários.


Estas dívidas, que vinham do tempo de Vale e Azevedo, foram assumidas e pagas pelas minhas Direcções e pela Direcção de Manuel Vilarinho. Foram anos em que se destruiu o ecletismo e a formação do Clube, em que havia uma desconfiança fundada em relação ao futuro do Sport Lisboa e Benfica.


Mas enquanto o Benfica estava falido, o País, na altura, mantinha um bom músculo financeiro. Situação diferente daquela que vivemos hoje, em que o Benfica está financeiramente equilibrado, enquanto o País está no estado em que sabemos.


Tudo isto para dizer que não havia pior cenário possível para desenvolver qualquer projecto que aquele que encontrei.


Sem dinheiro, sem credibilidade e com recursos humanos amadores, insuficientes e totalmente desmotivados.
Antes de avançar com qualquer medida, pedi a KPMG uma auditoria a todo o Universo Benfica. Era necessário saber qual era o verdadeiro estado do Benfica.


Depois da auditoria, uma das primeiras decisões que assumi foi a de profissionalizar a estrutura do Benfica. Um Clube com a dimensão e as aspirações do Benfica não podia viver com uma estrutura amadora e impreparada para os desafios que tínhamos à nossa frente.


Tal como numa equipa de futebol, em que só podemos aspirar a ter sucesso com jogadores de qualidade, qualquer organização com esta dimensão só pode ter sucesso se tiver os jogadores certos.


O pior que podíamos ter feito era continuar a batalhar nas várias áreas específicas em que tínhamos de nos mover – como seja a área financeira, o marketing, a informática, as infra-estruturas – com pessoas que não tivessem o necessário conhecimento técnico.


Portanto, a primeira decisão de mudança passou por definir objectivos com base numa estratégia sustentável.
Mas, tendo definido a estratégia, tínhamos de garantir a capacidade de executar essa mesma estratégia.
Tal como no futebol, o treinador é importante, mas quem decide sempre é a equipa que está em campo.


Só a equipa é que pode marcar golos. Qualquer liderança depende do desempenho dos seus trabalhadores, por isso é que foi fundamental apostar no recrutamento dos melhores profissionais para cada área.


Sabia o que queria para o Benfica, mas precisava de pessoas que implementassem as minhas ideias. Pessoas com espírito inconformista, abertas à inovação, gente empreendedora e preparada para recuperar o Clube nas suas múltiplas vertentes.


Mas não basta contratar os melhores, é necessário motivá-los e mantê-los na estrutura.
É por isso que no Benfica, anualmente, há uma reunião de quadros. Não tanto para analisar o que foi feito no ano que passou, mas sobretudo para estudar aquilo que de novo se poderá fazer no próximo ano.


A frieza dos números diz-nos que, tendo partido rigorosamente do zero, conseguimos em dez anos transformar o Benfica no 11.º maior clube do mundo a nível de bilhética e no 17.º maior a nível de receita comercial.
Tudo isto com o mesmo nível de receitas televisivas que tínhamos em 2001.


Fomos, em 2006, o único Clube português a chegar ao Top 20 da Liga Financeira Europeia. Portanto, de uma marca descredibilizada, a marca Benfica passou a valer, nos dias de hoje, acima dos 250 milhões de euros.


O segundo grande elemento agregador e que foi fundamental para a recuperação do Clube passou pela construção do novo Estádio da Luz. Como sabem foi um processo complexo, que gerou muita discussão e posições muito antagónicas dentro da própria direcção do Sport Lisboa e Benfica.


Mas, hoje, estou convencido que se não tivéssemos avançado para a construção do estádio muita da nossa recuperação enquanto Clube teria ficado comprometida. O Estádio foi um elemento que levantou a auto-estima dos benfiquistas, que os fez acreditar que de facto valia a pena apostar neste novo projecto.


Como sabem não nasci no futebol, habituei-me na minha vida empresarial a trabalhar com a razão. Nenhuma empresa sobrevive com decisões emocionais. Tem de haver racionalidade nas decisões que tomamos.


Mas o futebol é uma indústria em que é a emoção que domina, o que torna tudo muito mais interessante, mas muito mais imprevisível.


Adaptando-me a esta diferença, a verdade é que nunca desisti de introduzir alguma razão na emoção. É evidente que há momentos em que devemos correr riscos e aquele era claramente um deles.


Porventura, de um ponto de vista puramente racional, teria sido mais prudente não avançar para uma obra que custaria o dinheiro que não tínhamos. Mas também, de um ponto de vista racional, e perante a descrença generalizada que se tinha instalado só havia uma maneira de voltar a fazer acreditar os sócios e adeptos que podíamos sair da crise em que o Benfica havia mergulhado.


E isso passava por construir o novo Estádio. Demonstrar que, tal como os nossos adversários, também éramos capazes.
Havia um risco? Seguramente que sim, mas era necessário assumi-lo, e eu pessoalmente assumi esse risco. E não tenho, hoje, a menor dúvida que o novo Estádio foi uma das molas que impulsionou toda a nossa recuperação.


O novo Estádio da Luz já recebeu mais de 8 milhões de visitantes e mereceu da UEFA o certificado de estádio com 5 estrelas.


Naquela altura, em 2002, todos falavam dos custos e poucos se lembraram dos proveitos financeiros e emocionais que o estádio nos traria. Hoje, nove anos volvidos, mais do que um custo, o estádio representou uma solução financeira que permitiu ao Clube ser viável.


Não me posso esquecer de uma das inovações mais significativas e que ajudou a financiar a construção do estádio, passou pelo patrocínio de cada uma das bancadas: o chamado “Naming das bancadas”. Fomos o primeiro Clube em Portugal a introduzir esta solução.


A nossa dívida à SOMAGUE, que foi a empresa responsável pela construção do Estádio, está – hoje – liquidada e o “Project Finance” que foi concebido está a ser integralmente cumprido.


Terceiro grande pilar em que assentou a mudança e o sucesso do actual Benfica: os seus sócios!


Não me tenho cansado de dizer que verdadeiramente interessa e faz do Benfica aquilo que é são as pessoas, os seus sócios. Quando cheguei ao Benfica e resultante da conjugação de uma série de factores; desde a falta de êxitos desportivos, o alto preço dos bilhetes, a entrada em força das transmissões televisivas, as más condições do anterior estádio, mas sobretudo o facto de os sócios terem deixado de fazer parte – durante longos anos – das preocupações das várias Direcções do Clube, os sócios tinham-se afastado do Clube.


Era fundamental trazer de volta os sócios, mas isso só seria possível com a criação de valor para os sócios.
A base da estratégia assumida pelo Clube consistiu em transportar para o Sócio o valor associado à marca Benfica criando um pacote de benefícios baptizado de “Kit Sócio” e que permite aos sócios obter descontos de tal modo significativos que, ao serem utilizados, não só anulam o custo da quota como ainda trazem um benefício económico.


Apenas como exemplo, vou referir um dos nossos parceiros: a Repsol. Os sócios do Benfica representam hoje a frota que mais consome combustíveis da Repsol.


Consomem mais de 50 milhões de litros por ano, o que significa que um sócio que abasteça 180 litros por mês obtém uma poupança de 11 euros por mês. As quotas do Benfica representam um custo de 12 euros por mês.
Portanto, como podem ver, só com um dos nossos parceiros está praticamente garantido a totalidade do custo da quota. Foi esta diferença de conceito que o Kit Sócio veio introduzir.


Em Maio de 2005, antes do lançamento do “Kit Sócio”, o Benfica contabilizava 92.000 sócios.
Recordo-me – porque um líder deve ser optimista e deve ser o primeiro a acreditar no sucesso da sua equipa – que afirmei que a meta seria chegar aos 300.000 sócios. Muita gente desconfiou de tal afirmação.


Hoje, quase seis anos volvidos, o Benfica já ultrapassou os 230 mil sócios. O “Kit Sócio” permitiu-nos passar a ser o maior Clube do Mundo a nível de associados.


Este resultado é tanto mais surpreendente quanto se sabe que Portugal tem apenas 10 milhões de habitantes, e mesmo com esta diferença de escala em relação à maioria dos países europeus, o Benfica consegue ultrapassar em número de sócios clubes como o Real Madrid ou o Barcelona.


O Lançamento do “Kit Sócio” marcou um momento de viragem, em que o Clube assumiu os Sócios como o seu principal activo e resultou do facto de o Benfica perceber que a sua marca tinha um valor enorme que não estava a ser devidamente explorado.


Para mim, a prioridade de ontem é a mesma de hoje: os Sócios! Sem eles nada disto teria razão de ser. É por eles que avançámos para a renovação de toda a rede de Casas do Benfica, que apostámos no voto electrónico, que estamos a recuperar tudo o que é a história do Benfica, que avançámos com a Fundação Benfica, porque o Benfica também tem uma responsabilidade social.


Foi ainda a pensar nos sócios – e este é o quarto vértice desta apresentação – que a Direcção a que presido decidiu avançar com um canal próprio de televisão. Não era um processo fácil, já o sabíamos.


Foi um processo que enfrentou e teve de vencer muitas barreiras. Mas – qualquer bom gestor – quando está certo da decisão que tomou, não pode desistir, por mais barreiras e obstáculos que se levantem.


Foi o que aconteceu. Foi um processo que levou anos a concretizar, mas conseguimos “arrancar” com o nosso canal de televisão.


A Benfica TV nunca foi pensada como um instrumento financeiro, ou como um meio que teria necessariamente de ser rentável.


A Benfica TV foi pensada como um projecto estruturante, que ajudaria na comunicação com os seus sócios e adeptos.


No fundo, viria completar aquilo que tínhamos começado com o Kit Sócio; ou seja o sócio no centro da nossa estratégia de comunicação, mas mais do que isso uma “marca global” precisava de ter instrumentos globais e a Benfica TV é hoje um desses instrumentos.


Lançada em Dezembro de 2008, a Benfica TV chega hoje a mais de um milhão de lares e já emite para os Estados Unidos, Suíça, Luxemburgo e Cabo Verde. Sendo que está no nosso horizonte prosseguir este movimento de internacionalização.


Mas se é verdade que a lógica financeira nunca foi o motor da Benfica TV, o certo é que o nosso canal televisivo – ao fim do segundo ano de actividade – é o único canal de um clube, a nível mundial, que é rentável.


Todos os restantes canais – Barcelona, Real Madrid, Manchester, Milão – são canais que perdem dinheiro. Para que tenham uma noção da força do nosso canal e da nossa marca, quando a Benfica TV foi lançada em 2008, foi um canal exclusivo da MEO.


Em Dezembro de 2008 a MEO tinha 55 mil assinantes, actualmente conta com mais de 850 mil assinantes. Creio que em traços muito gerais ficaram algumas marcas e algumas das razões da recuperação do Sport Lisboa e Benfica na última década.


As memórias de tudo o que já fizemos não podem – nunca – constituir um refúgio de conforto, antes um incentivo para tudo o que ainda temos de fazer no presente e no futuro.


O tempo do passado é um tempo certo, já não muda.


O nosso tempo, o tempo do presente, é o tempo de fazer! É esse o nosso desafio.


Obrigado a todos pela vossa atenção.”


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Jara: «Temos várias metas para cumprir»

Na véspera do jogo com a Naval para a 26.ª jornada da Liga, Franco Jara mostrou o otimismo da equipa na conferência de imprensa de antevisão da partida.


"Queremos vencer como tem sempre de ser. A equipa está confiante e apesar do campeonato já estar 'terminado', a motivação é sempre a mesma. O Benfica é um clube grande que só pensa em ganhar", afirmou o argentino.


O avançado, de 22 anos, não quis comentar o castigo de 11 dias a Jorge Jesus - "não passa nada para campo e não percebi porque fizeram disso um problema", sublinhou - e garante que está preparado "para jogar e fazer com que a equipa ganhe".


"Esperava que a adaptação fosse mais fácil, mas custou-me mais do que pensava. Acredito que com o tempo vou dar muitas alegrias ao Benfica. Gostaria de ficar muitos anos aqui", afirmou na conferência de imprensa, referindo igualmente a importânia da "armada argentina": "O grupo de jogadores argentinos fez-se muito forte".


Embora com o campeonato já entregue ao FC Porto, o Benfica continua na corrida na Liga Europa, Taça de Portugal e Taça da Liga, pelo que Jara está confiante para o futuro próximo: "Temos várias metas para cumprir ainda".


Record

Owen Coyle: «Rodrigo é um jogador especial»

Ausente há sete partidas, o extremo Rodrigo Moreno, emprestado pelo Benfica ao Bolton, poderá ter um papel mais ativo na equipa inglesa nas jornadas finais da Premier League.


Owen Coyle, técnico do clube inglês, é um confesso admirador das capacidades do jogador e revela que, apesar de pouco utilizado, o futebolista continua nos seus planos.


"O Rodrigo é um jogador muito especial e tem sido muito frustrante não lhe atribuir mais tempo de jogo. Teve aquela série de jogos excelentes em janeiro, entretanto deixou de jogar, mas continua nos meus pensamentos todas as semanas", assegurou Coyle, de 44 anos.


De referir que, a meio da semana, o jovem espanhol foi a grande figura do jogo da equipa de reservas do Bolton, ao apontar dois golos no triunfo por 3-0 diante do Blackpool.


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