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quinta-feira, 17 de março de 2011

Passeio para recordar ao Parque dos Príncipes



O Sport Lisboa e Benfica está nos quartos-de-final da edição 2010/2011 da Liga Europa, após ter empatado, esta quinta-feira, a um golo no terreno do Paris Saint-Germain. Com um grande apoio dos adeptos no Parque dos Príncipes, a equipa da Luz fez um grande jogo na 2.ª mão dos oitavos-de-final e só faltou mesmo a vitória para ser “a cereja no topo do bolo”.


Para a partida no Parque dos Príncipes, o treinador Jorge Jesus apresentou um Benfica na máxima força, ao fazer regressar os habituais titulares ao onze inicial, após o descanso dado na partida da Liga frente ao Portimonense.


Com um golo de vantagem na eliminatória, o Benfica entrou em campo com o objectivo inicial de suster as acções ofensivas do Paris Saint-Germain, procurando depois chegar com perigo junto da baliza defendida por Apoula.


Os “encarnados” conquistaram o primeiro canto aos sete minutos e o perigo rondou logo as redes dos parisienses. Faltou só algum acerto no capítulo da finalização. Apesar das tentativas por parte da formação de casa em chegar ao golo, foi o Benfica que se mostrou certeiro na hora de rematar à baliza. Numa excelente saída para o ataque, Gaitán não perdoou e rematou sem hipótese para Apoula (26’).


O Paris Saint-Germain reagiu prontamente e Roberto esteve em grande plano, ao travar um remate muito perigoso de Erdinc (28’). O guardião espanhol já não conseguiu defender, no entanto, o pontapé de Bodmer aos 35 minutos, ou seja, os visitados chegaram, assim, ao empate no desafio.


Só faltou o golo da vitória…


O segundo tempo começou com um remate de Cardozo por cima da barra (47’). Foi o mote para uma série de oportunidades de golo junto da área de Apoula. Seguiram-se as assistências extremamente perigosas de Fábio Coentrão do lado esquerdo e que só não acabaram em golo por falto de acerto de Saviola (56’) e Cardozo (61’). O argentino rematou ao lado, enquanto o paraguaio obrigou o guarda-redes do PSG a uma defesa muito complicada para canto. Na sequência do lance, o gigante Luisão cabeceou ao lado.


O Benfica anulou totalmente o adversário no segundo tempo e só não marcou por mero acaso. Após um trabalho de Cardozo, Aimar cabeceou para a defesa de Apoula (64’). O perigo voltou aos 72 minutos, altura em que Cardozo rematou por cima da barra do Paris Saint-Germain.


Os visitados só tiveram uma verdadeira oportunidade na segunda metade (78’), mas Roberto voltou a aparecer e a fazer uma excelente intervenção, segurando o resultado.


Para travar as iniciativas “encarnadas”, os jogadores do Paris Saint-Germain tiveram algumas entradas fora de tempo. Um dos exemplos mais gritantes foi a entrada duríssima de Armand sobre Coentrão e que só mereceu o cartão amarelo por parte do árbitro.


Entradas perigosas à parte, o Benfica conseguiu o seu objectivo e assegurou um lugar nos quartos-de-final da Liga Europa, ao jogar de forma muito inteligente no Parque dos Príncipes. Venha agora o sorteio.


O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Salvio, Gaitán (90’) e Aimar (César Peixoto, 80’); Cardozo e Saviola (Carlos Martins, 64’).


Sport Lisboa e Benfica Online

sexta-feira, 11 de março de 2011

Luisão: «PSG entrou forte»

Luisão mostrou-se satisfeito com o resultado obtido pelo Benfica frente ao PSG, no jogo da 1.ª mão dois oitavos-de-final da Liga Europa.
“Jogámos contra um adversário que teve mérito. Ninguém entrou mal, o PSG é que entrou forte. A equipa teve mérito e deu a volta”, referiu o defesa encarnado no final da partida, em declarações à imprensa.
O jogador brasileiro lembrou que na eliminatória anterior o resultado foi igual: “Encaramos isto como um resultado positivo, por mais que tentem provar o contrário. Na eliminatória passada também foi assim. Não sofrer golos é importante, mas acima de tudo queríamos a vitória para ter vantagem no segundo jogo”.
Record

Jorge Jesus: «Fizemos excelente segunda parte»

Na partida desta quinta-feira voltou-se a assistir a uma arbitragem fraca no capítulo técnico e o treinador do Sport Lisboa e Benfica analisou-a.

“O jogo teve dois casos: o golo do Paris Saint-Germain é obtido em posição irregular, visto que Luyindula está fora-de-jogo e há uma grande penalidade sobre o Saviola. A UEFA colocou cinco árbitros, mas existem lances que continuam a não ser vistos. Resumindo, fomos nitidamente prejudicados pela equipa de arbitragem”, apontou, adiantando que os seus jogadores não baixam os braços. “Fizemos uma excelente segunda parte, com muita intensidade. Jogámos frente a uma boa equipa que disputa os primeiros lugares da classificação no seu campeonato”, ressalvou.

Jorge Jesus falou ainda sobre o facto de o resultado obtido na Luz ser um pouco curto. “Apesar de tudo, este resultado significa uma vitória. No jogo da 2.ª mão vamos partir em vantagem e isso pode ser determinante na eliminatória”, concluiu.



Sport Lisboa e Benfica Online

Franco Jara: «Vamos estar preparados para Paris»

O avançado argentino entrou na segunda parte da partida desta quinta-feira e foi decisivo, marcando o golo da vitória do Benfica. “Senti naquele momento que a equipa precisava do golo, marquei e isso é o mais importante”, afirmou Franco Jara.

Sobre o jogo da 2.ª mão, Jara disse: “Vamos trabalhar o máximo para estarmos preparados para o jogo em Paris.”



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Carlos Martins: «Queremos garantir a passagem »

O médio português partilhou como a equipa está a pensar para o encontro da 2.ª mão após a vitória no Estádio da Luz. “O resultado é complicado, mas é uma vitória e assim sabemos que, para passar, o Paris Saint-Germain vai ter de nos ganhar o que não vai ser fácil, dado que estamos num momento de forma muito bom e queremos garantir a passagem lá”, assumiu.

Acerca da grande penalidade sofrida por Saviola e não assinalada pela equipa de arbitragem, Carlos Martins disse: “Todos viram que é penálti, mas o árbitro assim não entendeu. Contudo, tivemos mérito em dar a volta por cima e vencer.”

Sport Lisboa e Benfica Online


Sejam príncipes em Paris

O Sport Lisboa e Benfica venceu o Paris Saint-Germain, por 2-1, na 1.ª mão dos oitavos-de-final da Liga Europa. Depois de estarem em desvantagem, os pupilos de Jorge Jesus deram a volta ao marcador e partem para a capital francesa com excelentes hipóteses de sucesso. Pelo meio, ainda ficou uma grande penalidade por assinalar!

A primeira parte deste encontro entre o Benfica e o Paris Saint-Germain foi muito bem jogada, com os “encarnados” a dominarem a posse de bola e a terem, praticamente, toda a iniciativa atacante. Por outro lado, a equipa de Kambouaré apostava no contra-ataque, com dois extremos bastante rápidos (Nenê e Luyindula).

O primeiro lance de perigo da partida surgiu logo aos dois minutos. Maxi Pereira lançou longo para a grande área, Luisão disputou nas alturas com o guardião Édel, com o esférico a sobrar para Gaitán, que rematou com para defesa de Édel. Estavam abertas as “hostilidades”. O PSG respondeu, co
m o avançado turco, Erdinç, a obrigar Roberto a defesa apertada. Aos dez minutos, foi Salvio que cabeceou ao lado das redes franceses, a centro de Fábio Coentrão.

Volvidos quatro minutos, surgiu o golo inaugural. Nenê desmarcou Luyindula que, em posição duvidosa e só com Roberto pela frente, finalizou com êxito. Desvantagem amarga na Luz, uma vez que o domínio era dos campeões nacionais. O Benfica não baixou os braços, mas, no entanto, foram os franceses que voltaram a criar perigo, com Erdinç a rematar ao poste. O facto de o PSG apostar em constantes trocas no ataque, dificultou a vida à defensiva comandada por Luisão, nos primeiros minutos de jogo.

Óscar Cardozo começou a mostrar-se aos 26 minutos, com um remate à entrada da área de pé… direito, a obrigar Édel a defesa complicada. Passados quatro minutos, outra vez o duelo entre o paraguaio e o camaronês, desta feita, na sequência de um livre a cerca de 25 metros da baliza, com o guarda-redes a defender por instinto, para canto. A pressão intensificava-se!

Carlos Martins também arriscou o remate de longe, com o PSG a ser clarame
nte bafejado pela sorte. A bola ressaltou em Armand e acabou por sair ligeiramente por cima da barra. O internacional português não desistiu e aos 41 minutos descobriu Maxi Pereira na área, que depois de receber com classe no peito, “fuzilou” Édel para o empate mais do que justo no Estádio da Luz.

Para a segunda parte esperava-se mais do mesmo, com o Benfica a jogar bom futebol, frente a uma equipa que tinha como primeiro objectivo defender e tentar, ocasionalmente, o contra-ataque venenoso, através de Nenê e foi isso que sucedeu. Os benfiquistas foram superiores em todos os capítulos do jogo, mas sentiam algumas dificuldades no último passe. Quem percebeu o que estava a acontecer foi o técnico Jorge Jesus, que refrescou a equipa com as entradas do supersónico Jara e do mágico Aimar. Mal entraram, Saviola entrou na área com muito perigo e quando se preparava para facturar, foi rasteirado por Camara, com o checo Pavel Kralovec e os restantes quatro árbitros de campo (!) a nada assinalarem. Penálti claríssimo que ficou por marcar. Quantidade não significa qualidade…

As entradas dos dois argentinos deram resultados práticos aos 80 minutos. Pablo Aimar arrancou pelo centro, entregou a Jara, que à entrada da área rematou rasteiro e colocado para o fundo das redes, levando os adeptos benfiquistas ao rubro. O PSG estava a ser massacrado e nos últimos minutos ficou “ligado às máquinas”. A poucos minutos do apito final, Carlos Martins ainda tentou surpreender Édel com um pontapé de longe, mas a bola acabou por passar por cima da barra.

A segunda-mão destes oitavos-de-final realiza-se no Parque dos Príncipes, em Paris, na próxima quinta-feira, dia 17 de Março, às 18 horas.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Javi García, Gaitán (Aimar 71’), Salvio (Jara 66’), Carlos Martins (César Peixoto 85’), Saviola e Cardozo.




Sport Lisboa e Benfica Online

sábado, 5 de março de 2011

Barreira para superar no caminho do sonho

O sonho da revalidação do título passa pelo encontro de amanhã em Braga. Seja qual for resultado do FC Porto, hoje, frente ao V. Guimarães, os encarnados estão obrigados a vencer o respetivo compromisso, quer para encurtar a distância que os separa da liderança, quer para não aumentar o fosso. Para Jorge Jesus, ganhar é como que superar uma barreira – perdeu os duelos entre bracarenses e lisboetas na cidade dos arcebispos.
O treinador, de 56 anos, já esteve nos dois lados da barricada. Em ambos experimentou o resultado de que ninguém gosta. A 17 de maio de 2009, na penúltima jornada da Liga, Jesus viu Quique Flores levar a melhor (3-1) graças aos golos de Cardozo, Di María e Urreta, que encontraria pouco tempo depois na Luz.
Record

quinta-feira, 3 de março de 2011

Águia limpa os dérbis todos

O Benfica ganhou os dérbis todos da época, algo que não conseguia desde 1993/94 com Toni ao leme. O 18.º triunfo consecutivo da águia – a última derrota teve lugar a 7 de dezembro, diante do Schalke, na Luz – permitiu-lhe aceder pela terceira temporada consecutiva à final da Taça da Liga, cujas duas derradeiras edições foram parar às suas vitrinas. Aliás, a equipa dos encarnados foi sempre feliz quando se cruzou com o Sporting nesta prova, registando dois triunfos e um empate... saboroso, pois terminou com um êxito nas grandes penalidades.
Jesus invencível. Enquanto treinador do Benfica, JJ defrontou ontem pela 6.ª vez o emblema leonino. E ainda não perdeu, ostentando cinco vitórias e um empate (12-2 em golos). Por seu turno, José Couceiro nunca bateu o Benfica como técnico principal: o melhor que conseguiu foram dois empates, um pelo FC Porto e outro ao serviço do Belenenses.
Record

Jorge Jesus volta a vencer José Couceiro

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, continua sem perder frente ao homólogo do Sporting, José Couceiro, que se estreou hoje no comando leonino com uma derrota na meia-final da Taça da Liga, por 2-1.
No Estádio da Luz, em Lisboa, Jesus somou o seu terceiro triunfo nos cinco confrontos com Couceiro, que o melhor que conseguiu foi dois empates com o agora treinador encarnado.
O histórico de confrontos entre os dois técnicos iniciou-se à 9.ª jornada da época 2002/2003, na Liga de Honra: Jorge Jesus liderava o Estrela da Amadora e levou a melhor (3-1) sobre José Couceiro, que iniciava a carreira de treinador, ao serviço do Alverca.
Os dois técnicos voltariam a encontrar-se mais de um ano depois, mas já em jogos da Liga principal, quando, na 29.ª jornada, o Vitória de Guimarães, com Jesus ao comando, foi ao Ribatejo bater o Alverca por 1-0, ajudando a sentenciar a despromoção dos ribatejanos.
No final da temporada, Couceiro abandonou o Alverca para rumar ao Vitória de Setúbal, enquanto Jorge Jesus deixou os minhotos, regressando ao ativo apenas no final da época seguinte, mas ainda a tempo de novo confronto entre ambos.
Na antepenúltima jornada da Liga 2004/2005, e com a luta pelo título ao rubro" Couceiro, que a meio da época tinha assumido o comando do FC Porto, reencontrou Jorge Jesus, que rendera Vítor Oliveira no Moreirense, e o atual técnico benfiquista voltou a conquistar pontos, com um empate em Moreira de Cónegos (1-1).
De resto, os dois treinadores abandonaram os respetivos lugares no final dessa época, já que José Couceiro falhou a revalidação do título por parte do FC Porto, ao passo que Jorge Jesus não evitou a despromoção do Moreirense.
O quarto e último confronto entre Jesus e Couceiro teria lugar na época seguinte (2005/2006), quando o benfiquista treinava a União de Leiria e o sportinguista o Belenenses, num jogo em que se registou nova igualdade (2-2).
No final da temporada, Jorge Jesus viria a suceder a José Couceiro no comando técnico dos "azuis" do Restelo, onde permaneceu nas duas épocas seguintes.
Jogos entre Jorge Jesus e José Couceiro:
2002/2003, Estrela da Amadora - Alverca 3-1
2003/2004, Alverca - Vitória de Guimarães 0-1
2004/2005, Moreirense -- FC Porto 1-1
2005/2006, União de Leiria - Belenenses 2-2
2010/2011, Benfica - Sporting 2-1
Record

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Águias somam 17.ª vitória consecutiva

O Benfica somou este domingo na Luz a 17.ª vitória consecutiva na presente temporada.
Um registo que abarca todas as competições, desde a derrota, na Luz, diante do Schalke (1-2), ainda na fase de grupos da Liga dos Campeões.
As águias contam com 46 golos marcados nesta série e apenas 8 sofridos.
Record

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Benfica estabelece recorde de vitórias consecutivas

A equipa de futebol do Benfica superou o seu recorde histórico de vitórias consecutivas em jogos oficiais numa temporada, ao conseguir a 16.ª em Estugarda, na Alemanha, onde nunca ganhara em 19 deslocações.
Após o desaire caseiro com o Schalke 04 (1-2, a 07 de dezembro), o "onze" de Jorge Jesus colecionou 16 triunfos, superando o seu máximo de sempre, que datava das longínquas épocas de 1972/73 e 1981/82, sob o comando das lendas Jimmy Hagan e Sven-Goran Eriksson, respetivamente.
"Só uma grande equipa pode conseguir uma marca como esta, só pode ser uma grande equipa. Estamos numa fase muito boa. Vamos ver até onde conseguimos ir, onde nos conseguem parar", disse, no final do encontro, Jorge Jesus.
O trajeto 100 por cento vitorioso começou a 12 de dezembro de 2010, com um triunfo por 2-0 sobre o Sporting de Braga, para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, e inclui 14 vitórias nos 14 jogos de 2011.
O registo vale por si só, mas sai ainda mais enriquecido porque inclui triunfos nos redutos dos dois eternos rivais e uma inédita vitória na Alemanha, com a curiosidade de os três terem sido conseguidos pelo mesmo resultado: 2-0.
A 2 de fevereiro, no Dragão, Fábio Coentrão, que viria a ser expulso no início da segunda parte, e o espanhol Javi Garcia selaram o triunfo e, segunda-feira, em Alvalade, onde jogou toda a segunda parte com 10 (expulsão de Sidnei), faturaram os reforços argentinos Gaitan e Salvio.
Quinta-feira, em Estugarda, Salvio voltou a marcar e o paraguaio Óscar Cardozo apontou, de livre direto, o outro tento dos encarnados.
Antes, em 1972/73, quando conquistou o título sem derrotas (28 vitórias e dois empates), o Benfica, comandado pelo britânico Jimmy Hagan, logrou 15 vitórias seguidas entre 12 de novembro de 1972 e 18 de março de 1973.
Foram 14 vitórias para o campeonato e uma para a Taça de Portugal, a última (4-2 no Restelo), já que, no jogo seguinte, a 1 de abril, o Benfica foi "empatado" nas Antas aos 86 minutos (marcou Flávio), no que foram os primeiros pontos perdidos no Nacional, à 24.ª jornada.
Quase uma década depois, em 1982/83, chegou à Luz um jovem treinador, de nome Sven-Goran Erikson, e o seu impacto foi imediato: 15 vitórias nos primeiros 15 jogos oficiais, no que acabou por ser a melhor série do sueco.
Este registo foi conseguido com 10 encontros do campeonato, um da Taça de Portugal e quatro da Taça UEFA, prova em que as águias viriam a falhar o recorde de 16 triunfos, ao empatarem 1-1 em Zurique, na primeira mão da terceira eliminatória - viria a golear por 4-0 na Luz.
Agora, quase 40 anos após o feito de Hagan e 30 do de Erikson, Jesus fez ainda melhor: soma já 16 vitórias seguidas, entre Liga portuguesa (sete), Taça de Portugal (quatro), Taça da Liga (três) e Liga Europa (duas).
O adversário que se segue é o Marítimo, domingo, na Luz, para a 21.ª jornada da Liga.
Data Prova Adversário Resultado
12/12/10 TP4 Sporting Braga (C) V 2-0
18/12/10 LP14 Rio Ave (C) V 5-2
02/01/11 TL3F1 Marítimo (C) V 2-0
09/01/11 LP15 União Leiria (F) V 3-0
12/01/11 TPOF Olhanense (C) V 5-0
16/01/11 LP16 Académica (F) V 1-0
19/01/11 TL3F2 Olhanense (C) V 3-2
22/01/11 LP17 Nacional (C) V 4-2
26/01/11 TPQF Rio Ave (F) V 2-0
30/01/11 TL3F3 Desportivo Aves (F) V 4-0
02/02/11 TPMF1 FC Porto (F) V 2-0
06/02/11 LP18 Vitória Setúbal (F) V 2-0
13/02/11 LP19 Vitória Guimarães (C) V 3-0
17/02/11 LE16a1 Estugarda, Ale (C) V 2-1
21/02/11 LP20 Sporting (F) V 2-0
24/02/11 LE16a2 Estugarda, Ale (F) V 2-0
TP - Taça de Portugal
LP - Liga Portuguesa
TL - Taça da Liga
LE - Liga Europa 

Record

Enguiço quebrado

O Sport Lisboa e Benfica venceu o Estugarda, por 0-2 e carimbou a passagem aos oitavos-de-final da Liga Europa, onde vai encontrar o Paris Saint-Germain. Com uma excelente exibição e com golos mágicos, os campeões nacionais quebraram o enguiço e triunfaram pela primeira vez em solo germânico. Seguem-se os franceses, com os quartos-de-final no horizonte.

O início de jogo em Estugarda ficou marcado pela atitude inteligente demonstrada pela equipa de Jorge Jesus, que se preocupou, maioritariamente, em não deixar os alemães trocarem a bola. A formação “encarnada” funcionou como um bloco e foi “apagando” a tentativa de entrada fugaz, por parte dos comandados de Bruno Labbadia.

O Estugarda tentava com
andar as operações, mas o primeiro lance de perigo surgiu por parte de Gaitán, que demonstrou toda a sua classe, depois de ter sido desmarcado por Aimar. O camisola 20 apercebeu-se do adiantamento de Ziegler e fez um chapéu praticamente perfeito, que só não se traduziu em golo, devido a uma grande defesa do experiente guardião. A resposta da equipa da casa foi tímida, chegando através de um remate rasteiro do japonês, Okazaki, que encontrou uma barreira muito sólida nas mãos de Roberto.

Volvidos três minutos, Aimar voltou a brilhar ao desmarcar e a isolar Fábio Coentrão, que foi enganado pela mancha de Ziegler. O domínio do Benfica era claro, mas pelo meio, ainda houve tempo para Roberto voltar a mostrar serviço, a remate de Harnik no flanco direito, com defesa por instinto para canto.

À passagem da meia hora, a Alemanha ficou a conhecer a magia argentina do plantel do Benfica. Aimar bat
eu um pontapé de canto na esquerda, a defensiva germânica afastou o esférico para fora da área, onde estava Salvio, que rematou sem preparação, para um golo espectacular no Mercedes Benz Arena. O mais difícil estava feito!

O intervalo chegou com os “encarnados” na frente, reforçando assim, a vantagem que já levavam da primeira-mão do Estádio da Luz (2-1). Valia o grande golo de Eduardo Salvio, num belo encontro na região de Vestefália.

Carimbar o apuramento

A etapa complementar trouxe um Benfica muito forte e decidido a resolver rapidamente a eliminatória. Aimar e Gaitán trabalharam bem no flanco esquerdo, com Aimar a servir Jara dentro da área, que rematou para defesa de Ziegler. No minuto seguinte, azar para os campeões nacionais e para o guarda-redes de Bruno Labbadia. Nico Gaitán rematou à entrada da área e depois de uma defesa incompleta, o argentino acabou por chocar com Z
iegler, numa tentativa de recarga. O experiente alemão acabou ser substituído por Ulreich.

O segundo golo continuava a pairar nos céus de Estugarda e só não surgiu aos 60 minutos, porque Luisão não conseguiu rematar com êxito, na sequência de um livre executado por Pablo Aimar. O sector ofensivo dos “encarnados” instalou-se definitivamente no meio-campo germânico e aos 70 minutos criou mais um grande lance de futebol. Franco Jara arrancou na direita e descobriu Cardozo na zona da grande penalidade, que rematou com violência para boa defesa de Ulreich.

O único jogador do Estugarda que continuava a lutar contra a maré era o japonês Okazaki, que obrigou Roberto a mais uma excelente intervenção aos 74 minutos, depois de um cabeceamento bastante perigoso do asiático.

A desejada confirmação da presença dos “encarnados” nos oitavos-de-final da Liga Europa chegou ao minuto 77, com mais um livre de Óscar Cardozo. O paraguaio concentrou-se, olhou para as redes que estavam a sensivelmente 25 metros e bateu com categoria, não dando hipóteses a Ulreich. Remate perfeito do número 7!
Já perto do apito final e já com o passaporte carimbado, Carlos Martins quase elevou a contabilidade em Estugarda, com um bom remate de primeira, para defesa de Ulreich. De lamentar a falta de fair-play dos alemães, que ao perceberem a derrota começaram com uma atitude menos bonita, como foi o caso de Kuzmanovic, que agrediu violentamente Carlos Martins recebendo ordem de expulsão. Para a história ficou a exibição praticamente perfeita do Benfica.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Airton, Aimar (Carlos Martins 73’), Gaitán, Salvio, Jara (Kardec 92’) e Cardozo (Felipe Menezes 88’).



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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Aí vão dez consecutivas para as águias na Luz

O Benfica alcançou ontem a 10.ª vitória consecutiva na Liga (desde a goleada no Dragão), superando o melhor registo assinado na temporada transata (9), aquela que redundou na conquista do título. Se nesta contabilidade se incluírem todas as provas em que o clube da Luz está envolvido, chegar-se-á à conclusão que o dérbi de Alvalade significou o 15.º triunfo seguido (17.º caso sejam trazidos à liça somente os compromissos a nível interno).
O êxito em Alvalade (não vencia lá para a Liga desde 2006/07, registando agora 30 vitórias e 30 derrotas) permitiu-lhe reduzir para 8 pontos a desvantagem em relação ao FC Porto. Continuando a ser a única equipa da Europa que ainda não cedeu qualquer empate nesta época, o Benfica alicerçou a sua exibição na impermeabilidade defensiva. A equipa da Luz cumpriu ontem o 7.º jogo consecutivo sem sofrer golos na condição de visitante (U. Leiria, Académica, Rio Ave, Aves, FC Porto, V. Setúbal e Sporting). Rui Varela (Beira-Mar) foi o último jogador a marcar às águias: a 28 de novembro, em Aveiro.

Record

Salvio: «Vamos dar luta até ao final»

Na chegada ao Estádio da Luz, os campeões nacionais estavam satisfeitos com o resultado alcançado em Alvalade e já falaram sobre o jogo de quinta-feira para a Liga Europa. O objectivo é continuar no caminho das vitórias.

“Estou muito contente pelo resultado e pelo golo, obviamente, mas o principal foi o resultado e continuarmos muito bem. Há que continuar assim”, afirmou o argentino, Salvio, em declarações à Benfica TV.

Para o embate com os alemães do Estugarda, a atitude tem de ser a mesma dos últimos encontros: “Temos de entrar como temos sempre entrado em todos os jogos, para ganhar e conseguir um bom resultado, porque queremos continuar na Europa. Temos de manter o espírito de sacrifício e ganhar em Estugarda. Vamos continuar a lutar, porque é para isso que aqui estamos.”

No final, o extremo “encarnado” deixou uma mensagem para os adeptos: “Estamos fortes, confiantes e vamos dar luta até ao final.”

Roberto

O guarda-redes espanhol, Roberto, também fez uma análise ao dérbi, onde destacou o apoio dos sócios e adeptos: “Os benfiquistas apoiam-nos sempre muito e continuam a demonstrar a grande massa que são e é também por isso, que continuamos a ganhar. Precisamos sempre da ajuda dos adeptos, tanto fora como em casa.”

Na Liga Europa, o pensamento de Roberto é semelhante ao de Salvio, ou seja, ir à Alemanha ganhar: “Temos de ir à Alemanha ganhar, fazer um ou dois golos e tentar resolver a eliminatória o mais rápido possível, mas sabemos que vai ser um jogo difícil e temos de estar preparados, para que tudo possa correr bem."



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Jorge Jesus: «Os jogadores estão de parabéns»

O técnico campeão nacional, Jorge Jesus, fez uma análise às duas partes do jogo, onde explicou o que aconteceu antes e depois da expulsão do defesa central brasileiro, Sidnei. O treinador acredita no título.

“Enquanto o jogo esteve 11 para 11, o Benfica fez um golo e foi sempre a melhor equipa, que teve qualidade, tanto no contra golpe, como defensivamente. Mandámos no jogo durante os primeiros 45 minutos e até podíamos ter feito o segundo golo. Com a expulsão tudo se alterou e o Sporting teve mais posse de bola. Baixámos as nossas linhas, houve um esforço maior entre todos e depois do segundo golo abdicámos de sair, para conseguir a vitória. Os jogadores do Benfica estão de parabéns.”

Com esta vitória e com os três pontos conquistados, as atenções viram-se para o jogo de quinta-feira, na Alemanha: “Neste momento, já estou a pensar no jogo de quinta-feira e esta expulsão desgastou muito a equipa para o encontro europeu. Agora vamos analisar o estado dos jogadores até ao jogo e só vou ter a certeza de como eles estão quando começar o encontro.”

Em relação à distância para o líder da prova, Jorge Jesus está confiante na recuperação: “O Benfica tem todas as possibilidades de chegar ao primeiro lugar. Estamos a oito pontos, mas há três em disputa com o Porto e para nós só contam cinco. Sabemos que ainda há muito Campeonato e jogos para ganhar.”


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Vitória com duplo sabor

Pura classe. A equipa de Jorge Jesus foi esta segunda-feira vencer (0-2) ao campo do Sporting, impondo toda a sua qualidade de jogo. Com 11 ou 10 jogadores em campo, o Sport Lisboa e Benfica provou que está cada vez mais forte e, por isso, o triunfo no dérbi acaba por ter um duplo sabor. É que, além dos três pontos, os “encarnados” superaram as adversidades do costume.
 regresso de Saviola foi a principal novidade de Jorge Jesus para o dérbi. Depois de ter falhado o jogo da Liga Europa com o Estugarda devido a castigo, o avançado argentino voltou a fazer dupla com Cardozo.

Sabendo da importância dos primeiros minutos para o desenrolar da partida, o Benfica entrou determinado em impor a sua qualidade de jogo, tal como o técnico Jorge Jesus tinha anunciado na conferência de imprensa de antevisão.

Com a dinâmica de ataque lhe é reconhecida, a equipa “encarnada” começou desde cedo a criar problemas ao sector mais recuado do rival. Gaitán, aos dois minutos, deu o primeiro sinal de perigoso. E foi dos pés do número 20 que nasceu o golo do Benfica na primeira parte. O argentino cruzou do lado esquerdo, Pedro Mendes, do Sporting, desviou o esférico e Salvio aproveitou para facturar (15’).

O Benfica continuou a controlar o desenrolar dos acontecimentos, no entanto, sem conseguir concluir as jogadas criadas com êxito.

Com o adversário a não conseguir incomodar a baliza de Roberto, o árbitro Artur Soares Dias começou a assumir protagonismo e dificultar a tarefa das “águias”. E, mais uma vez, o Benfica saiu prejudicado. É que Sidnei foi admoestado com um cartão amarelo inexplicável aos 40 minutos, o mesmo acontecendo aos 45. No segundo lance, o central brasileiro cortou primeiro a bola e só depois tocou em Yannick Djaló, situação que o juiz decidiu admoestar com segundo cartão amarelo e mostrar, assim, o cartão vermelho. É assim que vai a arbitragem portuguesa!

Com a expulsão injusta de Sidnei, Jorge Jesus foi obrigado a mexer na equipa, fazendo entrar o central Jardel para o lugar do avançado Saviola. Apesar desse revés, o Benfica continuou a ser de longe a melhor equipa no relvado e ter, assim, as jogadas de maior perigo.

Gaitán sentencia
O segundo golo acabou, no entanto, por surgir na sequência de um lance de bola parada. Após um livre de Carlos Martins, a bola sobrou para Javi García que serviu Maxi Pereira para um cruzamento no coração da área, onde apareceu Gaitán a rematar para a baliza de Rui Patrício. A bola sofreu ainda um desvio de Polga antes de entrar e confirmar, assim, o 0-2 (62’).

Apesar da vantagem de dois golos, os jogadores “encarnados” continuaram a passear a sua classe. O corte de Fábio Coentrão, aos 70 minutos, é um exemplo disso mesmo, tendo dado início a mais uma jogada muito perigosa da equipa. O número 18 prosseguiu com a bola, combinou com Gaitán e este colocou em Cardozo, que fez um chapéu muito perigoso a Rui Patrício.

A equipa de Jorge Jesus não ficou por aqui e voltou a ameaçar aos 81 minutos, altura em que Jara entrou na área e rematou para defesa do guarda-redes da casa.

Palavras para quê? O Benfica deu, mais uma vez, mostras do seu espírito de grupo, contrariando todas as adversidades criadas pelo árbitro Artur Soares Dias. Este elemento não esteve à altura do dérbi e exemplo disso é o facto de o jogador Maniche ter entrado aos 72 minutos e não ter visto nenhum cartão amarelo, após ter tido duas entradas perigosas sobre jogadores do Benfica. As imagens estão disponíveis para quem quiser comparar os lances de forma isenta.

Independentemente de tudo isso, o Benfica somou os três pontos e está agora a oito do primeiro classificado.

O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão
; Javi García, Carlos Martins (Airton, 65’) Gaitán e Salvio; Cardozo (Jara, 72’) e Saviola (Jardel, 45’).


Sport Lisboa e Benfica Online

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Jorge Jesus impiedoso com Paulo Sérgio

Jorge Jesus venceu os 5 jogos que disputou para a Liga frente a equipas comandadas por Paulo Sérgio sempre por 2 golos de diferença.
O treinador do Sporting apenas bateu Jesus uma vez e na última época, quando o Vitória de Guimarães foi ao Estádio da Luz eliminar o Benfica da Taça de Portugal (1-0), na quarta eliminatória, com um golo do defesa brasileiro Lazaretti.
Além desse triunfo, Paulo Sérgio ainda conseguiu um empate a 1 golo, também em 2009/2010, na segunda jornada da terceira fase da Taça da Liga, na receção, em Guimarães, aos "encarnados".
O brasileiro Douglas adiantou os vimaranenses e o internacional português Fábio Coentrão selou o empate.
Nos restantes encontros, Jesus faz o pleno: em jogos para o campeonato.
Os confrontos entre Paulo Sérgio e Jorge Jesus:
Liga 2008/2009
1.ª jornada (23 de agosto de 2008)
Paços Ferreira (Paulo Sérgio)-Sp. Braga (Jorge Jesus), 0-2.
(Meyong 45', Paulo César 84').
16.ª jornada (1 de fevereiro de 2009)
Sp. Braga (Jorge Jesus)-P. Ferreira (Paulo Sérgio), 2-0
(Renteria 5', Meyong, 34').
Liga 2009/2010
7.ª jornada (5 de outubro de 2009):
P. Ferreira (Paulo Sérgio)-Benfica (Jorge Jesus), 1-3.
(Maykon, 68; David Luiz 3', Carlos Martins, 21', Cardozo 40')
17.ª jornada (30 de janeiro de 2010):
Benfica (Jorge Jesus)-V. Guimarães (Paulo Sérgio), 3-1.
(Aimar, 16', Carlos Martins 50' e 59'; Nuno Assis 30')
Taça de Portugal 2009/2010
4.ª eliminatória (22 de novembro de 2009)
Benfica (Jorge Jesus)-V. Guimarães (Paulo Sérgio), 0-1
(Lazaretti 25')
Taça da Liga 2009/2010
3.ª fase, 2.ª jornada (13 de janeiro de 2010)
V. Guimarães (Paulo Sérgio)-Benfica (Jorge Jesus), 1-1
(Douglas 56'; Fábio Coentrão 75').
Liga 2010/2011
5.ª jornada (19 de setembro de 2010)
Benfica (Jorge Jesus)-Sporting (Paulo Sérgio), 2-0
(Cardozo 13' e 50').

Record

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Segunda parte de alto nível

Com uma segunda parte de grande qualidade, o Benfica deu a volta ao encontro desta quinta-feira frente ao Estugarda e ficou, assim, em vantagem para o embate da 2.ª mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa. Cardozo e Jara foram os autores dos tentos da vitória por 2-1.

Tal como tinha revelado na conferência de imprensa de antevisão ao encontro com o Estugarda, o treinador Jorge Jesus apostou em Franco Jara para fazer dupla com Cardozo.

Os primeiros minutos foram relativamente equilibrados e o Estugarda conseguiu mesmo surpreender numa jogada rápida de ataque, onde Harnik concluiu com um chapéu ao guarda-redes Roberto.

O Benfica reagiu e Javi García tentou a sorte num cabeceamento aos 27 minutos, isto depois de Aimar ter caído um pouco tempo antes no interior da área do Estugarda (25’), situação que o árbitro não considerou falta. A história voltou a acontecer aos 42 minutos, altura em que Fábio Coentrão foi claramente derrubado na área dos visitantes, no entanto, o árbitro Eric Braamhaar fez “vista grossa” ao lance e mostrou, inclusivamente, o cartão amarelo ao jogador “encarnado”.

A primeira parte foi também marcada por várias paragens de jogo, contudo, o árbitro deu apenas um minuto de desconto.

Após o intervalo, o Benfica deu início a uma autêntica avalanche ofensiva. Exemplo disso foram as oportunidades que tiveram Fábio Coentrão (51’), Aimar (57’ e 60’) e Gaitán (60’), todas elas travadas pelo guarda-redes do Estugarda.

Cardozo e Jara, rostos da reviravolta
O mais que merecido golo do Benfica acabou mesmo por surgir. Após um cruzamento de Gaitán do lado direito, o paraguaio Cardozo disparou com êxito para o fundo das redes contrárias (69’).

Os pupilos de Jorge Jesus encostaram o adversário completamente “às cordas” e o segundo golo apareceu num remate espectacular de Franco Jara. A bola bateu na trave e transpôs totalmente a linha de golo, sendo que Cardozo surgiu a confirmar a reviravolta “encarnada” (81’).

O Estugarda só apareceu no jogo aos 85 minutos, altura em que um livre cobrado por Élson bateu no poste da baliza de Roberto. A resposta dos “encarnados aconteceu no minuto seguinte através de um cabeceamento muito perigoso de Kardec.

A vitória do Benfica é incontestável e só peca pelos números, já que foram muitas as oportunidades ao longo do desafio. É preciso também não esquecer a actuação do árbitro que teve uma dualidade de critérios gritante.

Referir que o desafio da 2.ª mão está agendado para o dia 24 de Fevereiro, na Alemanha.

O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Aimar (Carlos Martins, 74’), Salvio (Kardec, 74’) e Gaitán; Cardozo e Jara (Felipe Menezes, 86’).



Sport Lisboa e Benfica Online

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Uma história com Bonfim

Sete vitórias e três empates são os números do Benfica nas visitas a Setúbal nos últimos 10 jogos. A última derrota remonta a 10 de maio de 1999, com o espanhol Toñito, que também vestiu a camisola do Sporting, a apontar o único golo da partida. Hugo Leal também alinhou nesse jogo, mas pelos encarnados, entrando aos 81 minutos para o lugar de Luís Carlos.
Contraste sadino. O Benfica manteve no Bonfim a série vitoriosa – 8 jogos na Liga, 11 em todas as competições, 15 só a nível interno –, enquanto o V. Setúbal passa por um fase negativa, somando apenas uma vitória nos últimos 10 desafios na Liga, nos quais averbou somente 5 pontos. O derradeiro triunfo dos sadinos em casa foi a 23 de outubro do ano passado, diante do V. Guimarães (2-1).
Record

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Luisão: «Sidnei é tão bom quanto David»

Luisão, que fez dupla no eixo da defesa benfiquista com Sidnei, na vitória encarnada (2-0), no Estádio do Dragão, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, elogiou o desempenho do compatriota, chegando mesmo ao ponto de o comparar ao entretanto transferido David Luiz.
"Ele sempre mostrou que é um jogador tão bom como foi o David Luiz. Espero que tenha um grande sucesso. Hoje fez uma grande partida", referiu.

O internacional brasileiro considerou ainda que o encontro mostrou "o que a equipa pode fazer", frisando que a palavra de ordem no Campeonato passa por não perder mais pontos.

"Nós temos tentado fazer a nossa parte no Campeonato, que é não perder mais pontos. A nossa cabeça está centrada no que podemos fazer, sem nos preocuparmos com a situação do adversário", rematou.

Record